quinta-feira, 6 de novembro de 2008

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

5a. Temporada de LOST e Barack Obama, presidente americano

O senador democrata Barack Hussein Obama Jr., de 46 anos, será o próximo presidente dos Estados Unidos. Primeiro negro a disputar uma eleição presidencial por um dos grandes partidos americanos, ele derrotou o senador republicano John Sidney McCain, de 72 anos, na eleição realizada nesta terça-feira, segundo projeções divulgadas pelos maiores órgãos de imprensa dos EUA. Dentro de 76 dias, Obama será empossado em Washington, devolvendo o poder ao Partido Democrata depois de oito anos.

Nascido no Havaí -- o primeiro presidente eleito desse estado --, Obama é filho de um queniano, negro, e de uma americana do Kansas, branca. Terceiro presidente eleito mais jovem (perde só para John Kennedy e Teddy Roosevelt), é formado em Direito. Foi senador estadual de Illinois, estado em que mora, e ocupava havia quatro anos um assento no Senado americano. Sua curta trajetória na política nacional foi um dos argumentos usados por McCain para desqualificá-lo. A juventude, contudo, pesou a favor.

Candidato do partido de oposição ao presidente George W. Bush, Barack Obama baseou sua campanha nos altíssimos índices de rejeição do atual ocupante do cargo. De acordo com as mais recentes pesquisas de opinião, Bush é o presidente com pior avaliação da história americana. O democrata conseguiu cativar o eleitorado ao adotar a bandeira das reformas como mote da corrida. "Mudança em que podemos acreditar" foi o slogan da campanha, em que Obama se apresentou como agente transformador.

Palco - Concorrendo à Presidência há quase dois anos, o presidente eleito iniciou sua trajetória rumo à Casa Branca na campanha que reelegeu George W. Bush. Foi na Convenção Nacional Democrata de 2004, quando John Kerry era o candidato do partido, que Obama se destacou pela primeira vez em um palco nacional. Escolhido como orador principal do encontro partidário, foi fartamente elogiado pela retórica eloqüente e por representar uma nova geração de democratas. Naquele ano, tornou-se senador.

Apesar da projeção conquistada em 2004, Barack Obama iniciou sua campanha à Presidência como azarão. Afinal, os democratas pareciam convictos de que a senadora Hillary Clinton, mulher do último democrata a ocupar a Casa Branca, seria a escolha natural do partido. A disputa interna começou oficialmente em janeiro, com o início da série de primárias partidárias nos estados americanos. O furacão Obama varreu Hillary depois de seis meses de uma briga dura e acirrada. A senadora passou a apoiá-lo.

Iniciada a corrida contra John McCain, o presidente eleito foi alvo de ataques implacáveis. O republicano centrou fogo na inexperiência de Obama, classificado de "ingênuo" por aceitar a hipótese de dialogar com líderes de países hostis aos EUA. Também apostou fichas na questão tributária, acusando o democrata de planejar cruéis aumentos de impostos para conseguir pagar seus projetos mais ambiciosos, como a ampliação da cobertura dos serviços de saúde. A crise econômica global, porém, mudou a briga.

Ataques - Apontado nas pesquisas como candidato com melhores condições para recuperar a economia americana e recolocar o país no caminho da prosperidade, Obama passou a subir nas pesquisas no decorrer de outubro. Ao final do mês, tinha ampla vantagem sobre o concorrente, que disparava ataques cada vez mais incisivos. Em seus comícios, McCain passou a receber simpatizantes que chamavam Obama de "socialista", "terrorista", "traidor" e "antipatriótico". O efeito da ofensiva, contudo, foi limitado.

O republicano, que poderia se tornar o mais idoso presidente eleito para um primeiro mandato, chegou ao dia do pleito com uma desvantagem um pouco menor, mas seus porcentuais nos chamados estados-chave -- que costumam decidir a eleição nos EUA -- eram motivo de preocupação para o partido de Bush. Na eleição desta terça, essa tendência se confirmou. Logo nas primeiras horas após o fechamento das urnas, Obama foi declarado vencedor em estados decisivos como Ohio, Pensilvânia e Michigan.

Por volta das 2 horas desta quarta-feira (no horário de Brasília), as principais redes de TV americanas consideraram a eleição decidida, com a divulgação das projeções de estados como Califórnia, Havaí e Virgínia. O resultado final oficial da apuração só deverá ser conhecido dentro de alguns dias, já que o sistema eleitoral americano inclui o uso de cédulas de papel. Mas no parque Grant, em Chicago, a cidade onde o presidente eleito mora, a festa começou poucos segundos depois do anúncio extra-oficial. Fonte: VEJA


O primeiro trailer da quinta temporada de Lost

Fim de ano chegando e começa a TPL: tensão pré-Lost.

Até fevereiro, muitos boatos e teasers vão aparecer até a estréia prevista para o começo de 2009 (ainda não tem data oficial).

E já está rolando no YouTube o primeiro trailer da quinta temporada. Ele mostra cenas das temporadas anteriores para finalmente anunciar: 'The Oceanic 6 will risk everything to return'. E parece que até Kate decide voltar com Aaron.






terça-feira, 4 de novembro de 2008

Brasil unido contra a dengue

Conheça o site oficial da Campanha “Brasil unido contra a dengue”. Agora você também vai poder ajudar o Brasil a combater a dengue, na sua cidade ou município.

Clique aqui e saiba como participar dessa campanha. Você também pode tirar suas dúvidas sobre a doença e ainda convidar outros amigos para conhecer a campanha.

Participe!


segunda-feira, 3 de novembro de 2008

CQC, Hoje 22h na Band e E-mail FALSO para o BBB9

Itaú e Unibanco anunciam fusão e criam maior grupo financeiro do Hemisfério Sul

Itaú e Unibanco decidem unir operações financeiras
Valor Online
03/11/2008 10:18

SÃO PAULO - O Itaú e o Unibanco decidiram unir suas operações financeiras "de modo a formar o maior conglomerado financeiro privado do Hemisfério Sul, cujo valor de mercado fará com que ele fique situado entre os 20 maiores do mundo", revelou o Itaú em fato relevante disponível na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
"O que resulta desta associação é um banco brasileiro com o compromisso, a solidez e a capacidade econômica capaz de transformá-lo em um agente vital para o desenvolvimento das empresas nacionais e do país", destacou no fato relevante.
A operação envolverá reorganização societária, que resultará na migração dos atuais acionistas do Unibanco Holdings S.A. e Unibanco - União de Bancos Brasileiros S.A. por meio de incorporações de ações para uma companhia aberta, a ser denominada Itaú Unibanco Holding S.A., atual Banco Itaú Holding Financeira S.A. O controle dela será compartilhado entre a Itaúsa - Investimentos Itaú S.A. e os controladores da Unibanco Holdings, por meio de holding não financeira a ser criada.
"As ações ordinárias do Unibanco e da Unibanco Holdings de titularidade dos acionistas não controladores serão substituídas por ações ordinárias do Itaú Unibanco Holding, observando a mesma relação de troca que foi negociada entre as partes para a substituição das ações ordinárias dos controladores da Unibanco Holdings", informou o Itaú.
Para as ações preferenciais, a relação de troca foi fixada com base na cotação média de mercado, na Bovespa, nos últimos 45 pregões, das Units (certificados de ações que representam, cada um, uma ação preferencial do Unibanco e uma ação preferencial da Unibanco Holdings) e das ações preferenciais do Banco Itaú Holding Financeira S.A.
A conclusão da reorganização societária depende da aprovação do Banco Central (BC) e de outras autoridades.
(Valor Online)

Vai ser fácil reconhecer a trupe do CQC.
Afinal de contas, são sete homens vestidos de terno preto, usando inseparáveis óculos escuros. Mas a principal marca do time "Custe o que custar" é a irreverência.
Com humor inteligente, audacioso e muitas vezes ácido, o programa faz um resumo semanal das notícias, e nessa varredura dos fatos importantes, sob o olhar atento do CQC, ninguém escapa. No estúdio, quartelgeneral do CQC, Marcelo Tas, Rafinha Bastos e Marco Luque assumem a bancada, e além de conduzir o programa ao vivo terão a missão de comentar livremente os principais assuntos da semana. Não perca!

Mais um modelo de convite FALSO via e-mail para inscrição no BBB9


Nunca clique em mensagens assim.
Return-Path: <sc20577@servage-customer.net>
Received: from c11.servage.net (c11.servage.net [77.232.66.165])

inetnum: 77.232.66.0 - 77.232.67.255
netname: SRVG-NET-FL1-H1
descr: Servage.net - Hosting Segment H1
remarks: Abuse Contact: abuse@servage.net
country: EU
admin-c: sano-ripe
tech-c: sano-ripe
status: ASSIGNED PA
mnt-by: sa-mnt
source: RIPE # Filtered

role: Servage NOC
address: Servage GmbH
address: Neustadt 16
address: 24943 Flensburg
phone: +4946116098358
fax-no: +4946116098359
remarks: trouble: Information Contact info@servage.net
remarks: trouble: Abuse Contact abuse@servage.net
remarks: trouble: for more information http://www.servage.net
admin-c: sajb-ripe
admin-c: saac-ripe
tech-c: sajb-ripe
tech-c: saac-ripe
nic-hdl: sano-ripe
abuse-mailbox: abuse@servage.net
mnt-by: sa-mnt
source: RIPE # Filtered

sábado, 1 de novembro de 2008

Vodu para Hamilton >:)

Domingo os brasileiros vão estar de olho em Felipe Massa, que pode dar o Mundial ao Brasil, repetindo as glórias de Senna na Fórmula 1.

A última corrida do ano decide quem vai ser o piloto campeão de 2008. O 37º Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 acontece no tradicional autódromo de Interlagos, construído nos anos 40 e com 4.309 metros de extensão de pista. Para abrigar as equipes, o circuito conta com 23 boxes, com 216 metros quadrados cada, arquibancadas fixas com capacidade para 18 mil pessoas.

O piloto inglês Lewis Hamilton, da McLaren, pode ser campeão até mesmo com um quinto lugar, mesmo que o brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, ganhe a corrida. Para Massa, o título do ano vem com uma segunda colocação, caso o inglês chegue em sétimo lugar.

Os preços variam de R$ 180,00 (treino de sexta) até R$ 1995,00 (para os três dias de corrida). O evento acontece entre 31 de outubro e 2 de novembro. O GP Brasil sedia, pelo segundo ano consecutivo, a decisão da temporada.

Ingressos
Treino:Sexta: de R$ 115,00 a R$ 190,00;
Sábado: de R$ 205,00 a R$ 410,00;
Sexta/sábado: de R$ 320,00 a R$ 600,00;

Ingressos para corrida:
Domingo: de R$ 425,00 a R$ 860,00 (Esgotado);
2 dias: de R$ 475,00 a R$ 1610,00 (Esgotado);
3 dias: de R$ 495,00 a R$ 1995,00 (Esgotado).

Local:
Autódromo de Interlagos (INFORMAÇÕES)
Site:
http://www.gpbrasil.com.br
Preço(s): de R$ 180,00 (treino de sexta) até R$ 1995,00 (para os três dias de corrida).
Data(s): 31 de outubro a 2 de novembro.
Horário(s): Sexta, das 10h às 11h30 e das 14h às 15h30;

sábado, das 11h às 12h e a partir das 14h (Sessão de classificação);
domingo GP Brasil a partir das 15h.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Promoção Cante como a Bismarchi! no 'Te dou um dado?'

Para participar é muito fácil: perca qualquer noção do ridículo e solte sua voz como Ângela Bismarchi e mande pra gente no tedouumdado@gmail.com - a imitação mais fiel leva uma camiseta exclusiva do TDUD?.


E para você entender o espírito da coisa, Lele mostra como é que se faz. Som na caixa:

Não perca!
Fonte: Te dou um dado?

Rapidinhas da Reina
por Juliano Machado

Reajuste dos servidores está subindo no telhado
Os empregados do setor privado no Brasil têm o costume de enxergar os funcionários públicos como eternos privilegiados de benesses do Estado, como a estabilidade no cargo e, principalmente, reajustes salariais generosos. Com a crise econômica, porém, a realidade não tem sido bem essa. O
Correio Braziliense informa que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, fez ontem um apelo aos senadores para vetar qualquer tentativa de aumento aos servidores e de despesas com a Previdência. O governo tem duas Medidas Provisórias em tramitação no Senado que se chocam fortemente com essa orientação: uma corrige o salário de mais de 350 mil funcionários; outra cria 2 mil cargos na Polícia Federal. Entidades do funcionalismo público, que já estavam insatisfeitas com a demora na votação das MPs, ameaçam agora com paralisações. E pensar que a crise começou como uma marolinha para o governo...

Em SP, Kassab ameaça até a “Tatolândia” petista
A dura derrota imposta pelo democrata Gilberto Kassab à petista Marta Suplicy pode ainda resultar em mais perdas futuras para o PT. Num grande reduto do partido, o bairro da Capela do Socorro, na zona sul, Kassab bateu Marta, ainda que por vantagem apertada: 50,5% a 49,4%. O bairro é conhecido pelo apelido de Tatolândia, em razão da supremacia política da família Tatto por ali. Arselino, o vereador do clã, foi reeleito, mas seu número de votos na região caiu em relação a 2004. E o
Valor Econômico (para assinantes) diz por que o golpe aos petistas pode ter mais desdobramentos. Kassab e sua base na Câmara conseguiram capitalizar para si um grande projeto (vejam só) do governo federal petista na Capela do Socorro: um plano de reurbanização de favelas com dinheiro do PAC. O PT anda atordoado na maior cidade do país

Obama, o bicho-papão dos debates
O jornal
The Washington Post traz nesta sexta-feira uma análise sobre a importância dos debates na TV para o democrata Barack Obama na corrida pela Casa Branca. No começo de setembro, lembra o diário, a disputa estava embolada. Uma pesquisa do Post, junto com a rede de TV ABC, apontava que o republicano John McCain tinha dois pontos porcentuais de frente. No levantamento seguinte, feito logo após o segundo debate, Obama já aparecia com dez pontos de vantagem. “Desde então, a disputa ficou estável”, diz o texto. A última pesquisa dá 52% para Obama e 44% para McCain. Nos debates, cujas regras incluíam a proibição a qualquer recurso mais baixo, como a apresentação de documentos ou gráficos enviesados, prevaleceram a retórica cativante e a sensação de segurança de Obama. Diante disso, cheira a formalidade o que vai sair das urnas americanas na terça-feira.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

The Tudors, 22h no People and arts. ULTIMO EPISÓDIO HOJE!



Resumão do 9o. Episódio

- O capítulo começa complicando a vida da Anne quando o legista diz que bebê de Anne tinha 4 meses e era "deformado";
- Anne fica sabendo que Henry deu um medalhão pra Jane (com a foto dele dentro) e arranca do pescoço da loira, vai tomar satisfação com o Secretário por ter sedido seus aposentos aos Seymor (esses aposentos são ligados por uma passagem aos do Rei) e Anne rompe com o Secretário por isso;
- Como pouco problema é bobagem, Anne recebe a cunhada (corna do gay) que se queixa de "maus tratos" (tipo mal-comida) e Anne aproveita para levantar a lebre e dizer que Henry não é cabra viril (UUUUUUUUUUUUI);
- Rola uma festa e Anne chama os franceses de mentirosos e hipócritas, confome combinado com seu pai que no mesmo momento tenta estreitar laços com o embaixador da França. O Embaixador tenta trocar o arranjo do casamento da filha de Anne pelo apoio a invasão da Itália;
- Charles (fofoooooooo) vai fazer fofoca pro Henry sobre o comportamento de Annne e insinua que ela o trai. As ladies que acompanham Anne são interrogadas e levadas a confirmar que a Rainha recebe homens em seu quarto e flerta com eles... Insinua-se também o flerte entre Anne e seu irmão (o gay);
- Henry afasta Jane da corte a fim de poupá-la disso tudo;
- A mulher do gay confirma a desconfiança de insesto entre os irmãos (que eca);
- Mark Simeon (o violinista amante do gay), é torturado para que confesse que dormiu com Anne (Hellooooooooo! Ele é GAY!) - essa parte foi horrível, esmagaram o olho dele depois levaram o pobre inocente para ser esticado naquelas camas de tortura. Mark confessa o que nunca fez, óbvio, e muitos homens são presos por traição, incluindo o irmão de Anne por envolvimento carnal;
- O poeta, que foi o único que se envolveu com Anne antes do Rei, nem precisou ser muito interrogado, de prima já disse que comeu a rainha;
- Oi Milords são presos por adultério na torre. 4 são executados por decaptação e o único poupado foi o poeta (que coisa hein?!);
- Anne também é condenada a morte;
- O episódio termina com o poeta (e único que comeu da carne ), escrevendo um poema (isso é óbvio) sobre galho morto.

Rapidinhas da Reina

por Juliano Machado

1. Fed oferece ajuda ao Brasil para aumentar liquidez
O Fed, banco central dos Estados Unidos, fechou um acordo com o BC brasileiro para lhe dar acesso a US$ 30 bilhões, que vão ajudar a enfrentar a falta de liquidez em dólar observada atualmente no mercado doméstico do país. Pelo acerto, o Fed abre crédito em dólares para o BC, e este oferece ativos em reais como garantia (é a chamada operação de swap cambial). O acordo tem prazo de seis meses, com vencimento em 30 de abril do ano que vem. Segundo o
Valor Econômico (para assinantes), o BC ainda não decidiu se vai usar essa linha de crédito dos EUA. Acordos semelhantes foram fechados com os BCs de Cingapura, Coréia do Sul e México. O governo avalia que a liquidez doméstica está melhorando gradualmente, mas a situação ainda é de alerta. Bom senso, ao menos, o BC parece manter, principalmente em relação à manutenção da taxa básica de juros, ontem, em 13,75% ao ano.

2. BNDES volta a dizer que vai socorrer empresas
O governo precisa afinar o discurso sobre o que vai fazer às empresas que tiveram prejuízos em operações de derivativos, ou seja, que perderam dólares ao apostar equivocadamente em uma valorização do real há algumas semanas. O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, já dissera que a instituição poderia ajudar essas companhias, o que foi negado dias depois pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e mais enfaticamente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pois não é que Coutinho, após se reunir ontem com Mantega, voltou a falar de socorro aos que se deram mal com derivativos?
O Globo registra a falta de sintonia no Planalto: “O anúncio do presidente do BNDES vai de encontro com o que tem dito o presidente Luiz Inácio Lula da Silva”. Ou ajuda ou não ajuda…

3. Projeto do Fundo Soberano é aprovado pela Câmara
A Câmara aprovou ontem à noite o projeto de lei que cria o Fundo Soberano do Brasil, uma espécie de poupança fiscal para aplicação em ativos externos. O fundo era o assunto preferido do ministro da Fazenda, Guido Mantega, até que começaram a surgir os primeiros indícios da crise financeira global e o assunto caiu no esquecimento. Como informa o
Valor Econômico, a oposição está preocupada com a aprovação e espera que o texto seja rejeitado no Senado. Talvez seja uma preocupação excessiva. A área econômica do governo parece totalmente voltada para aplacar a crise e não teria fôlego de desviar o foco para o tal fundo, que, aliás, só faz sentido incentivar num tempo de calmaria, não agora.

4. Gastos da União com obras do PAC caem 70%
Apesar de todas as evidências de que era preciso cortar investimentos, o presidente Lula vinha declarando, reiteradamente, que nenhuma obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) teria suas finanças afetadas. O discurso, porém, não está batendo com a realidade - pelo menos é o que mostra a
Folha (para assinantes) em reportagem publicada nesta quinta-feira. O jornal diz que o ritmo de gastos com projetos do PAC caiu, em média, mais de 70% em outubro na comparação com meses anteriores, tomando como base números do sistema informatizado de acompanhamento das despesas do governo (Siafi). Cada ministério argumenta que a redução se deve a questões pontuais dos projetos, e não ao contexto da crise econômica global.

5. Em um mês, devastação da Amazônia cai 22%
Os números do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que, em setembro, o ritmo de desmatamento da floresta amazônica caiu 22% em relação ao que foi medido em agosto. Mas as grandezas absolutas ainda são assustadoras, como informa a
Folha (para assinantes): foram devastados, em setembro, 587,3 km² de matas, o equivalente a 40% da área do município de São Paulo. No acumulado de 2008, os desmatadores já varreram 6.268 km², quatro vezes a área paulistana. É muito, e o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, pelo menos reconhece isso: “Está caindo, mas a redução é insuficiente, não fico contente, não lanço rojão”.

6. O ensino que vem do berço
O Estadão traz um estudo sugerindo que o ambiente familiar é responsável por 70% do desempenho escolar de um estudante, enquanto o contexto escolar influencia apenas 30%. A pesquisa, realizada pela Fundação Itaú Social, mostra que na equação para uma boa formação entram fatores como escolaridade dos pais, renda familiar, tipo de moradia e acesso a bens culturais. O estudo surpreende, pois sugere que melhorias no ambiente escolar - como educação pré-escolar, qualificação dos professores e uso do computador em sala de aula - têm impacto relativamente pequeno na formação dos alunos. A pesquisa deixa claro que, para melhorar a educação no Brasil, as políticas públicas devem promover uma integração maior entre o ambiente familiar e escolar, mas a influência aparentemente pequena da própria escola na educação não pode ser vista como uma licença para o sucateamento ainda maior das instituições.

7. “Vamos mudar o mundo”, diz Obama
Com um comercial de 30 minutos em rede nacional, que custou US$ 4 milhões, o democrata Barack Obama tentou, na noite de ontem, dar o golpe final em John McCain na disputa presidencial dos Estados Unidos. Para o
The Washington Post, que recomendou o voto em Obama, o vídeo - que teve inserções ao vivo de um comício na Flórida - foi uma tentativa de acabar com as dúvidas dos eleitores e mostrar que “Obama está pronto para sentar no Salão Oval”. Obama falou de suas propostas, prometeu resgatar a classe média e, sem citar McCain, atribuiu a crise econômica ao governo republicano de Bush. O momento alto do comercial foi o discurso ao vivo, no qual Obama afirmou que “juntos, vamos mudar esse país e mudar o mundo”. O candidato democrata é um fenômeno de mídia e de arrecadação - que permitiu a veiculação desse programa. Só resta saber se será também um fenômeno de votos.

8. Obama recebe o apoio de Bill Clinton
O blog
The Caucus, do The New York Times, destaca que a espera foi demorada, mas finalmente o ex-presidente Bill Clinton subiu ao palanque de Barack Obama e defendeu sua candidatura com empolgação. Com um enorme sorriso no rosto, Clinton afirmou que são quatro as razões para votar em Obama - sua filosofia, suas políticas, a facilidade para tomar decisões e a habilidade para levar mudanças à vida das pessoas. Muitos questionaram a ausência de Clinton no palanque nas últimas semanas, mas a aparição do “guru democrata” ao lado de Obama, a seis dias da votação, parece uma clara estratégia para reforçar a campanha democrata na reta final da eleição.

9. Carro-bomba explode em universidade da Espanha
Um carro-bomba explodiu nesta manhã no campus da Universidade de Navarra, em Pamplona, na Espanha. Segundo o
El País, 17 pessoas ficaram feridas com a detonação do artefato, que deveria pesar entre 80 kg e 100 kg. Apesar de o governo afirmar oficialmente que não havia sido informado da possibilidade de um atentado, fontes internas disseram que um suposto membro do ETA, o movimento separatista basco, telefonara cerca de uma hora antes da explosão e informara sobre a bomba no campus. A ação terrorista aconteceu um dia após agentes da inteligência espanhola prenderem quatro membros da Nafarroa, uma coalizão basca que reivindica a independência desta região espanhola. Com o grupo foram apreendidos material explosivo e armas - um sinal claro de que o ETA não encerrou suas atividades terroristas. O atentado de hoje foi o sexto promovido pelo grupo radical contra a Universidade de Navarra, fundada pelo mesmo criador do grupo católico Opus Dei.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Melhor comercial do ano e espanhol pra Lula: ¿Por qué no te callas, como Chavez?

Presidente cai em pegadinha de programa de humor em TV espanhola
Programa Salvados, Mi Sexta.tv
Brasileira Marlenice Patrícia Miranda engana Lula e o primeiro ministro Zapatero, da Espanha, durante visita a Toledo. Lula fala ao telefone com humorista Jordi Evole, que se passa por pai dela

......
Presidente, não adianta chorar
por Kennedy Alencar
da Folha Online

Faz tempo que o presidente Lula é alertado a respeito dos riscos de manter os juros altos. Apesar de seu desconforto e das pressões que fez sobre o BC (Banco Central), Lula bancou uma política monetária que combateu duramente a inflação, mas também valorizou demais o real na comparação com o dólar.

Segundo Alencar, com a crise internacional, a situação cambial se inverteu. O real perdeu valor rapidamente, e empresas que apostaram na moeda forte, agora sofrem fortes prejuízos.

"Lula está chateado, contrariado. Depois que caiu a ficha da gravidade da crise, culpa especuladores pelos problemas. Ora, há parcela de responsabilidade do governo. A política de juros altos talvez tenha sido feita além da conta. Muita gente séria apontava erro de dosagem. Agora, presidente, não adianta chorar as pitangas", diz o colunista.

De acordo com o jornalista, com os juros altos, os grandes bancos preferem apostar nos títulos do governo a voltar a fornecer crédito. "O presidente reclamou com eles e ouviu respostas desanimadoras. Lula enfrenta o seu mais importante teste econômico. Se fracassar, poderá ver a alta popularidade ir pelo ralo", declara Alencar.
......
Queda do preço do petróleo ameaça Hugo Chávez
Nunca foi segredo que a “revolução bolivariana” idealizada pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, só se mantém como projeto de poder por conta das grandes reservas de petróleo no solo do país sul-americano. Agora, conseqüentemente, a redução dos preços do barril podem colocar a economia da Venezuela “em rota descendente”, diz a agência de notícias Bloomberg. A receita obtida com o petróleo responde simplesmente por metade da arrecadação do governo. Com o dinheiro minguando, Chávez deverá cortar gastos com programas sociais e diminuir o repasse em ajudas a outros países. Ou seja, a expansão de seus ideais está seriamente ameaçada. O líder venezuelano terá de aprender, na marra, a gastar só o que tem. Os números do primeiro semestre mostram que ele não está muito acostumado com isso: o déficit orçamentário foi de US$ 7 bilhões, mesmo num período de alta das cotações do barril.
......
Excelente estímulo a quem pretende ter ou não mais filhos... Francês com legenda em Inglês

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Como tirar seu dinheiro da Crise, se você tiver algum...


Nos últimos tempos, emoções não têm faltado nos mercados financeiros. Os investidores tiveram de se acostumar a ver a bolsa alterar altas e baixas de mais de 15% - às vezes, na mesma semana. As baixas foram tão intensas que a Bovespa teve de acionar em quatro ocasiões o chamado circuit breaker - parada obrigatória de 30 minutos nas negociações depois de uma queda superior a 10%. Ao mesmo tempo, o dólar disparou - chegou a uma cotação de 2,4 reais — e os juros futuros oscilaram tanto que as negociações de títulos públicos no Tesouro Direto chegaram a ser suspensas. Num ambiente desses, como proteger o patrimônio? Para ajudar o investidor a tomar decisões em meio a uma das mais intensas crises da história, EXAME ouviu dezenas de especialistas de bancos, consultorias financeiras, corretoras e gestoras de recursos. Suas principais recomendações podem ser lidas nas páginas a seguir.

CÂMBIO 1
É hora de comprar dólares?
Só para quem terá despesas em dólares de hoje a até seis meses — está planejando uma viagem internacional ou um curso no exterior, por exemplo. Nesse caso, os especialistas recomendam comprar dólares aos poucos até a data em que irá utilizá-los ou aportar recursos, também de forma parcelada, num fundo cambial. Quem terá gastos em dólar apenas daqui a mais de seis meses pode esperar um pouco mais. Já o investidor que estiver pensando em comprar dólares ou aplicar num fundo cambial para tentar ganhar dinheiro com a alta da moeda americana pode se dar mal. “Os riscos são elevados demais”, diz Eduardo Castro, chefe de investimentos da gestora de recursos do banco Real. Além disso, a maioria dos economistas acredita que a cotação do dólar vai voltar a cair. “Os altos e baixos devem continuar nos próximos dias ou semanas, mas trabalhamos com um preço em torno de 2 reais para a moeda americana daqui a três ou seis meses”, diz Castro.

CÂMBIO 2
Vou viajar para o exterior: é melhor evitar gastos no cartão de crédito?
Sim, na medida do possível. O melhor é levar dinheiro ou, dependendo do país, traveller checks para pagar contas em moeda estrangeira. Isso evita surpresas na fatura do cartão se o dólar subir demais. Existem, no entanto, exceções. Quem for fazer viagens longas, de mais de um mês, ou comprar equipamentos eletrônicos deve se planejar para pagar algumas despesas com o cartão de crédito. “O bom senso diz que é perigoso andar por aí com milhares de dólares no bolso”, diz Fabio Colombo, administrador de investimentos. Além disso, é bom lembrar que, para viajar com mais de 10 000 reais em espécie, é preciso declarar o valor à Receita Federal.

CÂMBIO 3
A alta do dólar vai fazer a inflação e os juros subirem?
É pouco provável. É verdade que a alta do dólar costuma elevar os preços dos produtos importados e pressionar a inflação. Num cenário como o atual, porém, espera-se que a economia brasileira desacelere um pouco, o que limita o risco de alta inflacionária. “Haverá maior dificuldade em repassar a desvalorização do real para os preços”, diz Alkimar Moura, ex-diretor do Banco Central e professor da Fundação Getulio Vargas de São Paulo. Na opinião de diversos economistas, a inflação deve perder fôlego mesmo no caso de produtos sem componentes importados, também em razão do menor crescimento do PIB. Nesse cenário, o atual ciclo de aumentos de juros estaria com os dias contados. Não é necessário, portanto, fazer investimentos para se proteger da alta da inflação.

BOLSA 1
É o momento de sair da bolsa?
Não. Para os especialistas, quem sair agora tem mais a perder do que a ganhar. Isso vale tanto para aqueles que compraram ações há mais de dois anos e o saldo de seus investimentos ainda está no azul como para aqueles que viram parte de seu patrimônio virar pó. “A bolsa pode cair mais? Pode. Mas a maior parte da desvalorização já ocorreu e, por isso, hoje, a chance de melhorar é maior”, diz Marcelo Mello, vice-presidente da SulAmérica Investimentos. Vale a pena, porém, fazer ajustes na carteira de ações. Os analistas recomendam se concentrar em empresas de grande porte e com poucas dívidas e vender papéis de empresas endividadas e que dependem de grandes volumes de financiamento para crescer.

BOLSA 2
Com a crise, descobri que corro mais riscos em meus investimentos do que gostaria. O que devo fazer?
Deixar seu portfólio mais conservador. Mas não é preciso vender ações ou sair de fundos de alto risco para fazer isso. O conselho dos especialistas é mudar a estratégia de aplicação dos novos recursos que serão investidos nos próximos meses. Eles recomendam aplicar mais em fundos DI e CDBs para reduzir o risco total do portfólio.

BOLSA 3
Decidi vender minhas ações. Qual é a melhor forma de fazer isso?
Quem já decidiu sair da bolsa precisa tomar alguns cuidados para não errar a mão. Uma boa opção é vender suas ações aos poucos, de preferência num dia em que os preços estejam em alta. Outra forma — que é mais arriscada, mas vem se tornando cada vez mais popular no mercado — é a chamada venda coberta de ações. Essa operação, feita pelas corretoras, funciona assim: o investidor acerta hoje uma data e um preço pelo qual poderá vender suas ações no futuro (geralmente, em até um mês) e recebe um prêmio que varia de 10% a 13% do valor acertado para a venda do papel. Esse prêmio, pago por quem está interessado em comprar a ação no futuro, é a grande vantagem desse tipo de venda. “O investidor garante um rendimento interessante, aconteça o que acontecer na bolsa”, diz Ricardo Zeno, da consultoria AZ Investimentos. O problema é que, se o preço da ação cair para um patamar inferior ao acertado, o negócio é cancelado. “Ninguém vai pagar mais para comprar uma ação que custa menos no mercado”, diz.

BOLSA 4
Vou precisar do dinheiro que está na bolsa em seis meses. Devo sacar agora? Não. Segundo os especialistas, há duas maneiras de programar a saída da bolsa — e elas variam de acordo com o perfil do investidor. Quem é conservador deve vender suas ações aos poucos até a data em que o dinheiro será utilizado. Já os mais agressivos não devem vender nada por enquanto. “É provável que, daqui a alguns meses, a bolsa esteja um pouco mais valorizada, e quem esperar terá chance de fazer um negócio melhor”, diz Marcelo Mello, da SulAmérica Investimentos.


ESTRATÉGIA
Onde devo investir meu 13o salário ou algum dinheiro inesperado que venha a receber?
A maior parte deve ir para aplicações conservadoras de renda fixa: fundos DI e CDBs de grandes bancos. Isso vale tanto para quem é conservador como para quem tem um perfil mais arrojado. A diferença é que investidores dispostos a correr algum risco — e a deixar seu dinheiro aplicado por, no mínimo, um ano — podem destinar cerca de 15% desses recursos para a bolsa. Os especialistas recomendam comprar ações ou investir em fundos que comprem papéis de empresas de grande porte e pouco endividadas. Fundos de renda fixa prefixados são uma boa opção para poupadores de qualquer perfil que pretendam aplicar por mais de um ano, já que a tendência é que os juros caiam.


IMÓVEIS
É o momento de aplicar em imóveis como investimento?
Não. Com o agravamento da crise financeira, surgiram muitas dúvidas a respeito das previsões otimistas sobre o futuro do setor imobiliário no Brasil. Mesmo que se valorizem, imóveis têm pouca liquidez. Quando o investidor precisar vender, talvez não encontre um comprador disposto a pagar o que o imóvel vale. Tirar dinheiro de uma aplicação para investir em imóveis também traz riscos. “Se o seu dinheiro está na renda fixa, tem boa perspectiva de retorno. Caso esteja em ações, não é hora de mexer e ficar no prejuízo”, diz Caio Torralvo, professor de finanças da Fundação Instituto de Administração, de São Paulo.

FUNDOS 1
Meu fundo multimercado está caindo mais que a bolsa. Devo resgatar?
Depende das características do fundo. É melhor resgatar se ele for alavancado — ou seja, se realiza operações nos mercados futuros que podem fazer os cotistas perder mais do que aplicaram. Mas atenção: nem todos os fundos classificados como alavancados têm, de fato, esse perfil. Eles podem ser autorizados a alavancar, mas não a fazer isso na prática. É preciso analisar a carteira do fundo para saber como são seus investimentos. Já os multimercados não alavancados são uma alternativa de diversificação. Mas é bom saber que, quando a bolsa sobe, esses produtos geralmente rendem menos que fundos de ações. “Quem acredita na recuperação da bolsa e pode investir por prazos longos deve sair dos multimercados e ir para os fundos de ações”, diz Marcelo Pereira, sócio da consultoria Tag Investimentos.

FUNDOS 2
Os fundos de capital protegido são uma boa maneira de enfrentar a crise?
Sim. Eles são recomendados a quem não tem estômago para agüentar as quedas da bolsa, mas não quer ficar de fora de uma eventual recuperação dos mercados. Esses fundos garantem ao investidor o resgate do dinheiro aplicado sem perdas mesmo quando a bolsa vai mal. Antes de aplicar num produto desses, porém, é bom saber que não existe mágica. Quando o preço das ações sobe, o investidor não recebe toda a alta. Ou seja, a proteção tem um “custo”: um retorno menor no caso de a bolsa se recuperar.


CONSUMO
Preciso fazer uma dívida elevada para comprar algo de grande valor. É melhor esperar mais um pouco?
Depende. Se esse bem for um imóvel para morar, o melhor é comprar já. “As taxas de juro dos financiamentos imobiliários ainda não subiram, mas podem subir com a crise”, diz Eduardo Jurcevic, superintendente de investimentos do banco Real. Nos demais casos, porém, quem puder deve esperar um pouco mais antes de se endividar. “Tempos de crise trazem falta de crédito e alta dos juros. Meu conselho é deixar as coisas se estabilizarem e aí sim contrair a dívida. Com certeza, as condições de financiamento serão melhores que as atuais”, diz Júlio Martins, diretor da gestora de recursos Prosper.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Hoje tem CQC, 22h na Band. Nayara Silva no Mais Você

Nayara Silva – amiga de Eloá Pimentel – conversou por telefone com Ana Maria nesta segunda-feira.
Ela deu detalhes sobre o tempo que passou em poder de Lindemberg Alves no apartamento da amiga, em Santo André, no ABC.
Nayara, que voltou ao local após ter sido libertada pelo seqüestrador, disse que, apesar dos riscos, faria tudo novamente. “Se eu visse um caso desses na TV, falaria que a menina é louca. Mas se eu pudesse fazer tudo de novo, eu faria. O importante era tentar tirar a Eloá viva dali”, contou à Ana Maria.
A jovem falou que ficou tranqüila durante os dias de cárcere. No entanto, ela ressaltou que Eloá temia não sair viva do cativeiro. “Ela falava o tempo todo que não sairia viva dali”, disse.
Nayara falou ainda que Lindemberg Alves batia na ex-namorada, Eloá Pimentel. “Ele batia muito nela. E quando batia, eu não me metia. Não podia intervir”, explicou.
A menina contou que o rapaz não dormiu durante todo o seqüestro, mas permitiu que ela e Eloá descansassem. “A gente comia junto e dormia também”, falou

Militantes comemoram vitória de Kassab em SP: "Dona Marta: tira umas férias. Relaxa e Goza".






Noticias que cambiarán nuestras vidas:

1. Gretchen deixou o celular cair no vaso sanitário de um banheiro da Rede TV!. Uma mocinha que a acompanhava aconselhou a cantora a secar bem a bateria, senão poderia levar um choque.

2. Ellen Rocche tem aparecido cada vez com mais freqüência sem Ricardo Macchi.

3. A briga de Dado Dolabela com Luana Piovani, na última quinta, foi séria. Os dois estão circulando sem aliança de noivado. O motivo seria o ciúme de Dado porque Luana estreou monólogo, no Rio, e mostrou os seios no palco. No dia da briga, sobrou até para a camareira que trabalha com Luana no teatro. Ela foi tentar apartar a briga e Dado se estressou. E muito...

Que coisa hein?!