segunda-feira, 22 de março de 2010

Tia Rô fala sobre Dourado e Treshália termina namoro pelo Twitter (claro) e está vetada para o dia 30.

Domingo, Março 21, 2010
UM ANO OU DOIS ANTES DO BBB 4 (Leiam e divulguem!)
Sinceridade, gente, eu jamais pensei (ou quis) fazer esse post, nem no BBB4 e, muito menos no BBB 10.
Nunca pensei em fazê-lo, por que, em primeiro lugar, me traz péssimas lembranças e, em segundo lugar, por que fazê-lo poderia significar “magoar outras pessoas, que com certeza não compartilham dessas idéias e nem agem assim”.
Pessoas que, hoje, talvez façam parte de Comunidades Gays e afins, que levam a sério as suas lutas e, pessoas que fazem parte do quadro de pessoal, de Instâncias Superiores de Proteção Pública, que também levam a sério o seu trabalho.
Não estou dando “nome aos bois”, mas vocês entenderão

Aos fatos, então, desde o início.
Durante o BBB4, recebi em minha casa (por 3 ou 4 vezes) repórteres e jornalistas vindos de São Paulo e Rio, que queriam fazer uma matéria sobre um fato ocorrido, que tiveram conhecimento lá!

Procuraram-me já munidos de informações das mais “pormenorizadas”, sobre a minha família e sobre alguns amigos do Marcelo, aqui do Bairro. Inclusive, sabiam que ele tinha um amigo, por exemplo, que andava a pé pelas ruas, acompanhado de seu cachorro, e que sabiam morar na outra esquina.

Poderia ter passado batido, caso eu não soubesse do que se tratava, e não tivesse tido participação ativa nele.
Me apavorou, no entanto, a quantidade de informações precisas a respeito de todos aqui, inclusive coisas muito pessoais! Me apavorei mais ainda, na época, que soubessem do fato de forma TOTALMENTE DISTORCIDA DA REALIDADE. Eu tinha como PROVAR e se preciso for, também teria, agora!


Recebi essas pessoas e expliquei-lhes o que ocorrera de fato. Expliquei os motivos, pelos quais eles não deveriam publicar nada a respeito, pois correriam o risco de sofrer Prossesso Judicial, não da família, mas sim da “Instância Superior, envolvida no caso, e que talvez não apreciassem tal ação”. Fui compreendida no ato!

O problema é que estou em estado de choque, novamente! Estou, realmente, APAVORADA, além de completamente indignada com as declarações e acusações de Dicesar contra meu sobrinho, o Marcelo Dourado, nesta madrugada.

Me apavora o fato de pensar em “que tipo de pessoa ouviu ou ouvirá tais declarações, e o mais grave, o que poderá fazer com elas, CONTRA o Marcelo, depois que ele sair do Programa” e tenho motivos para temer tal repercussão na mídia. Temo, não só pelo Marcelo, mas por toda a minha família!

O bairro onde moro sempre foi considerado um bairro familiar, mesmo assim, como em qualquer outro lugar do mundo, numa das Avenidas principais, próximas a minha casa, havia pontos de prostituição, após certo horário (Prostitutas mulheres).

Elas nunca causaram problemas. As famílias continuavam as suas rotinas de caminhar pelas ruas à vontade e, o mais importante, haviam muitos simpatizantes que compreendiam e respeitavam esse trabalho, INCLUSIVE, ajudavam-nas a se esconder, da tal Instância Superior, quando esta chegava para receber propina, para que a prostituição ali pudesse acontecer. A “cobrança, para a permanência, na esquina,” nunca era feita de forma tranqüila, óbvio, sempre de forma violenta, por isso, muitos dos moradores das proximidades as protegiam! Muitas vezes elas não tinham como pagar o que lhes era cobrado e apanhavam, entre outras coisas, por isso!

Aos poucos, contudo, e hoje sabemos os motivos, as prostitutas foram sendo “expulsas de seus pontos habituais”, e em seu lugar, começaram a aparecer “travestis”. Daí começaram os problemas aqui no Bairro, pois eles não demonstravam o menor respeito aos que passavam, fossem homens, mulheres, idosos, jovens ou famílias inteiras que começaram a se sentir ameaçadas, constantemente.

Hoje, sabe-se que a tal Instância Superior, esteve por trás de tais mudanças, o tempo todo.


Certa noite, o Marcelo e mais três amigos (inclusive o do cachorro, que NÃO tinha cachorro ainda) vinham passando pela esquina de nossa casa (todos moravam aqui e se dirigiam a casa de um deles, nesta mesma Avenida), quando foram abordados e agredidos verbal e fisicamente, pelos travestis que ali faziam seu ponto. Não estou brincando, pois eles faziam isso, com qualquer um, todos os dias, o que é facílimo de comprovar, através de notícias em jornais).

Enquanto isso, na mesma quadra (e por sorte, naquela noite), minha filha conversava com amigos em frente a casa de um deles (eram outros os amigos, outras as idades), coisa de algumas casas de distância, de onde avistaram e ouviram toda a confusão, desde o início. Os travestis ameaçavam os guris de chamar o pessoal da I.S, caso na fizessem o que eles queriam (precisa explicar?) e foi o que fizeram ou melhor, já haviam feito, creiam.

Não demorou nem 10 min, do começo da confusão, para que chegasse um veículo com 4 homens armados, de revólver em punho, apontando para Marcelo e seus amigos. Foram colocados contra a parede, forçados a se ajoelhar, mostrar documentos...

Minha filha, junto com uns quinze amigos assistia a tudo, do outro lado da calçada, pois estavam apavorados e estarrecidos com o que viam, mas observando o desfecho, já que nada mais podiam fazer, a não ser testemunhar, e graças aos céus, mantiveram sua posição até o fim!

Um desses amigos do Marcelo, amigo de infância (como os outros) era, inclusive, filho de funcionário (e Advogado) dessa Instituição Superior da qual trato, creiam, e ele havia deixado a Identidade em casa, já q ficava a duas quadras dali, e não iam pra balada, apenas sairam pra conversar. Aí o caldo entornou!

Os “homens” não acreditaram e começaram a agredi-los, no entanto, um dos homens liberou Marcelo e os outros dois, que correram como loucos para buscarem o pai do guri, que lá ficara, contra o muro e com uma arma enfiada em sua boca, ouvindo berros para que se ajoelhasse e pedisse o seu perdão, já que estava SEM A IDENTIDADE, enquanto o outro me avisava.

Sei disso, porque, justamente, minha filha testemunhou com seus amigos todo o ocorrido e enquanto os guris corriam pra buscar a nossa ajuda, os 4 homens colocaram seu amigo no veículo e o “levaram para um passeio”.

Uma quadra me separava de tudo. Eu estava em casa, de pijama.
Coloquei um casacão (era inverno), peguei meu carro e fui direto para a Delegacia mais próxima (levei meia hora, no máximo), mas ao chegar lá fui informada de que o guri, “que haviam colocado a força no veículo, “havia se machucado sem querer” e que estava sendo atendido no Hospital de Pronto Socorro!”

Quando ele chegou acompanhado dos 4 homens chegou aos pedaços. Chegou totalmente machucado, sujo de sangue, roxos, feridas, dentes quebrados e com Traumatismo Craniano!

Por sorte, esta Delegacia estava também cansada de receber pessoas nessas mesmas condições e circunstâncias, e me alertou que tal Instituição estava a perigo, estavam sendo avaliadas inúmeras queixas, pois este não era o primeiro caso, que por lá passava e fui inclusive muito bem instruída e respaldada a respeito dos procedimentos.

Foram muitos os casos, aqui no Bairro. Verdadeiras ATROCIDADES em nome da prostituição desse grupo de Travestis e do dinheiro que isso gerava aos bolsos de gente inescrupulosa, que devia servir à Segurança Pública, mas isso era o que menos interessava!.

Foram inúmeros os Prossessos contra essa Instituição, foram inúmeras as notícias em Jornais, Rádio e Televisão, até que as chacinas terminassem, até que a Paz voltasse a reinar em nosso Bairro, até que as famílias voltassem a ocupar as ruas, que eram também suas de direito.

Com certeza, todos os envolvidos foram chamados a prestar declarações, tanto os 4 homens, quanto os 4 travestis. Tanto o Marcelo e seus amigos, quanto minha filha e seus amigos, tanto famílias que moravam nos edifícios do local e da frente e alguns que passavam pela rua, naquele momento.


Os 4 homens foram afastados de suas funções, durante uns três anos, mas sabe-se que não perderam o cargo.
Foram severamente advertidos para que nunca mais ocorresse tal conduta ou sequer abordassem qualquer pessoa, no Bairro, tantas eram as queixas. Apesar disso, ainda nos mantemos em alerta, até hoje, pois várias vezes passaram pelas ruas próximas, na tentativa de acuar as testemunhas...


Os travestis?

Fácil responder!
Os travestis são esses que espalharam o ocorrido de forma distorcida, foram esses que deram declarações para os jornalistas e repórteres, que me procuraram na época do BBB 4, com falsas acusações e com minúcias sobre os envolvidos, no intuito de DENEGRIR A IMAGEM DO MARCELO E SEUS AMIGOS, quando ele apareceu no BBB 4 porque, obviamente, nutrem um ódio desmedido, pela situação ocorrida, quando DEOURADO E SEUS AMIGOS FORAM AS VERDADEIRAS VÍTIMAS e podiam estar mortos, hoje, caso não houvessem testemunhas!

Eu não queria contar sobre o fato porque acredito que muitos que ignoram a realidade, poderiam demonstrar ódio ou revolta por travestis, e NÃO É ESTE O MEU OBJETIVO, e sim, alertar sobre que motivos teria Dicesar para INCITAR A VIOLÊNCIA CONTRA O DOURADO, NO BBB 10, E O MOTIVO TEM A SUA ORIGEM AQUI

Daqui se originaram as FALSAS ACUSAÇÔES (surgidas no BBB 4) de que Dourado e seus amigos tinham, por divertimento, “bater em travestis”, entre outras tantas e que, hoje, blogueiras e blogueiros metidos a intelectuais estão ALIMENTANDO, sem cessar, na Net BBB, através de inocentes, que não tem condições de avaliar a barbárie, que estão promovendo contra Dourado!

Resta dizer, que não odeio travestis, que fique claro, mas que DESPREZO ESSE GRUPO, QUE FOMENTOU E ORIGINOU TODA ESSA IRA DESMEDIDA, DESCABIDA E COVARDE, DURANTE ESSES ANOS TODOS, pelo Dourado, e que agüentei calada, para não provocar mais distorções, ainda.


Dicesar, está fazendo o papel de MANTENEDOR DESSA IRA CONTRA O DOURADO, em Rede Nacional, em nome de um fato que desconhece em suas origens, e que simplesmente, preferiu ouvir, acreditar e promover!

Virou porta-voz de “um grupo”, que representa o que há de mais baixo e vil, na Raça humana, tal como esses BLOGUEIROS e BLOGUEIRAS, que aqui mesmo na Internet, e em nome de uma suposta causa gay promovem e incitam à violência, contra o Dourado.

Espero que muitos, espero que milhares de simpatizantes leiam isso, saibam disso e reconheçam, que como SERES HUMANOS todos temos Direitos, e o primeiro deles é o DIREITO A VIDA, senão a uma vida digna, não importa se somos alguém comum ou um participante de BBB!

Desde que entrei na Net BBB, sou das únicas pessoas com cara, nome, sobrenome, endereço, mail, blog, e telefone. Não devo nada a ninguém, mas devo tudo a Torcida Dourada, que incessantemente, defende o Marcelo e merece saber a verdade, sempre! Devo isso também aos homossexuais que reconhecem seus Direitos tal qual reconhecem os Direitos de qualquer outro, porque sabem-se HUMANOS.

O ESTRAGO ESTÁ FEITO, E MEU SOBRINHO, MAIS UMA VEZ VÍTIMA DE GENTE INESCRUPULOSA ESTÁ SIM AMEAÇADO DE MORTE, JÁ QUE COM ESSE TIPO DE GRUPO NÃO SE BRINCA!

SE É A MORTE DELE QUE ESTAVAM BUSCANDO, TALVEZ ESTEJAM BEM PERTO DE CONSEGUIR!
ESTÃO FELIZES?

Tia Rô
Postado por Tia Rô

SOBRE A TIA RÔ E SOBRE O POST ANTERIOR
(Depois seguimos a lei natural, do Jogo BBB)

É preciso que eu tire algumas dúvidas, a respeito de quem sou eu, pois ainda ocorrem certas confusões, na Net BBB de agora, já que muitas pessoas não me conhecem.

O que quase todos já sabem é que uso o nick Tia Rô, e o utilizo desde o BBB 4, quando entrei, pela primeira vez, no Tevescópio, da Dona Lupa. Tia Rô é abreviatura de meu nome, que é Rosângela, e mais o título de parente que me cabe, que é o de Tia (tia do Marcelo Dourado), como eu assinava na época.

O BBB mudou, não é mais o 4. Agora é 10, mas continuo sendo a mesma tia de antes, com uma diferença, apenas, a de que não moramos mais na mesma casa, e só!

O post feito sobre o ocorrido, talvez nem seja do conhecimento do restante da família, até porque nunca moramos todos juntos, e nem sei se o Dourado contou pra mais alguém esse episódio, ou ainda se contou talvez a pessoa nem lembre, já que faz muitos anos, seus irmãos eram menores, e por aí vai...

Bem, só para esclarecer o motivo de eu ter contado sobre tal episódio (e para que alguns não estranharem eu não ter contado antes), digo agora: porque nunca foi necessário, apenas isso.

Quando as primeiras acusações, dessa natureza, ocorreram eu estava na Net. Eu mesma as vi, li, e me familiarizei com elas, assim como outros blogueiros e comentaristas da época, e talvez por esse motivo, hoje, “alguns menos avisados usem-nas como se tivessem conhecimento de causa para falar”, mesmo que nada consigam provar. Conhecem aquela história de que “a ocasião faz o ladrão”?

E, o mais importante de tudo: eu não afirmei, em meu post, que Dicesar sabia disso anteriormente, e sim, mostrei a possibilidade disso ter chegado de alguma forma aos seus ouvidos (fora da Casa do BBB), pois dentro não aconteceu nada que justificasse as calúnias proferidas uma noite inteirinha.


A maneira como isso chegou à Internet, naquela época, eu também não sei, mas suponho que só pode ter sido por quem sabia do episódio. Pessoas além de nós que o vivenciaram, tinham interesse que isso se espalhasse, e fosse usado contra o Marcelo, já que nossos nomes nunca foram citados pela mídia. Cuidado tomado, na época, para a nossa proteção.

Na época ninguém prestou muito a atenção (e cheguei a pensar que só eu tivesse percebido), mas hoje, os que se apropriaram disso e usam contra o Marcelo, cumprem o papel esperado, aliás um péssimo papel! Espero que vocês tenham compreendido dessa forma também, porque para mim, não há outra explicação.


Bjssssssdourados em seus corações e vamos em frente, que o BBB continua com Dourado demonstrando, cada vez mais, ser merecedor de aplausos!
E tá certo ele, em convidar um esfregão para dançar, pois mais vale um esfregão mudo, do que gente falsa soltando merda pela boca!

Postado por Tia Rô

Tessália anuncia fim do namoro com Michel
iG São Paulo
Na tarde deste domingo (21), pouco antes de Michel participar do "Domingão do Faustão", na Globo, Tessália usou o Twitter para noticiar sua solteirice:
"Tessália e Michel não estão juntos", escreveu a ex-confinada do "BBB". O casal iniciou um romance dentro da casa mais vigiada do Brasil, 12 dias antes da participante deixar o programa.
Fora do programa, a capa da Playboy de março disse que esperava pelo namorado, mas aos poucos foi deixando de citar o nome do publicitário. Ele foi eliminado na última terça-feira (16) e a imprensa aguardava pelo encontro dos dois, até que Tessália divulgou o término do relacionamento, para a alegria da mulherada apaixonada pelo Michel em todo o Brasil.


Sobre o relacionamento com Tessália, Michel disse que estava solteiro e que não teve tempo de encontrá-la: "Nós moramos longe, em cidades diferentes e isso dificultaria as coisas", disse.
Michel comentou sobre a polêmica envolvendo sua ex-namorada. Para ele, não ter terminado com Karen foi um erro: "Eu não prometi fidelidade e ela sabia que poderia acontecer alguma coisa na casa", explicou.


Serginho sobre Fernanda: “Pretendo conhecê-la”
No chat com Serginho realizado pelo site oficial do programa, o assunto mais mencionado foi o affair entre o estudante e Fernanda. “Eu tenho uma grande atração por ela, um carinho bem diferente. Fazia tempo que eu não sentia isso por uma mulher”, disse ele.
Apesar de não estar apaixonado pela moça, ele conta que pretende conhecê-la e que a viagem que prometeu fazer com Fernanda à Argentina está de pé. E ele deixa no ar: “Sei lá se a gente vai ser amigo, vai ser alguma coisa a mais”.
A ida para o Quarto Branco e o paredão de Michel foram os momentos mais difíceis para o brother. Sobre a amizade com o publicitário, ele conta que foi sincera e que não vai além disso. “Podem ter achado alguma coisa por eu ser gay e ele hétero”, falou. Serginho ainda disse que não sentiu atração por nenhum dos homens do BBB10.
O estudante disse que não sofreu preconceito de ninguém na casa: ”Senti alguns olhares, mas preconceito ainda é uma palavra muito forte”. Até a provável homofobia de Dourado ele preferiu não comentar: “Ele sempre tratou bem o Dimmy e a mim, mas não sei como ele trata os gays aqui fora”.
Ainda sobre o lutador, Serginho diz que não quer que ele ganhe por achar que ele é muito jogador.
“Eu era 100% coração. Nunca dei um sorriso cheio, intenso para ele. Era um sorriso de respeito. Ele dizia ter amigos, mas ele só queria proteger a si próprio”. A torcida do estudante pelo prêmio é para Cadu.

Serginho considera que Lia foi uma pessoa verdadeira com ele. “Lia é difícil, muito extremista”, diz o moço, que mesmo assim torce por ela neste paredão: “Quero que Maroca saia, pois ela era minha segunda opção de voto”.
O plano do estudante agora é “continuar na ativa”: “Eu quero ver gente, eu gosto de conversar com as pessoas”. Serginho diz que está solteiríssimo, que faria um ensaio sensual ao lado de Michel e que adoraria atuar em uma novela: “Se eu receber um convite, nossa!”, diz.
Fazendo um balanço da sua participação no programa, ele diz não se arrepender de nada e que a Internet foi do que ele mais sentiu falta durante o confinamento. Na mensagem final para os espectadores, ele declara: “Orgulho de mim mesmo, orgulho do Brasil, orgulho da igualdade!”.

"'Big Brother' não é cultura, é um jogo cruel", diz Boninho
Folha de S.Paulo
A décima edição do "Big Brother Brasil" chega à reta final com recordes de votação e "merchandising" e mais interativo do que nunca.
"O 'BBB' não é cultura. É um jogo cruel", diz o diretor de núcleo do programa, José Bonifácio de Oliveira, o Boninho, em entrevista exclusiva à coluna Outro Canal.
O diretor de núcleo do "Big Brother", José Bonifácio de Oliveira, o Boninho; programa está chegando à reta final

FOLHA - O que mais marcou o "BBB" nessas dez edições?
BONINHO - A coisa mais marcante do programa é o Pedro Bial, que vamos repetir sempre. Foi a melhor surpresa que tivemos. No começo, era ele e a Marisa [Orth]. O próprio Pedro descobriu algo diferente no programa. Um cara com a história dele como jornalista encarar isso com leveza, seriedade e bom humor, é raro.
FOLHA - Que fórmulas bem sucedidas são mantidas a cada edição?
BONINHO - Em conteúdo, quase nada. Todo mundo fala que há o pessoal que aprendeu, e há mesmo. Fazemos reality há doze anos. A televisão brasileira é muito poderosa, a penetração da TV na população é muito forte, então, há uma geração que já nasceu assistindo a esse programa e se preparando para participar dele. Da mesma forma que esses caras se preparam para participar, a gente aprende a surpreendê-los. De um programa para outro, percebemos que eles estão mais espertos e, então, nos preparamos para ficar mais espertos ainda. É meio que um jogo de gato e rato o tempo todo. Na realidade, em cada um há um pouquinho de tudo o que a gente já usou, mas sempre há uma virada nova. É uma preocupação muito grande ter novidades. Algumas coisas que fazem sucesso a gente mantém, como os desenhos de Maurício Ricardo, as historinhas, a forma como a gente apresenta os participantes. O que é bacana no "BBB" é que, quando se junta dez, 12 pessoas, conta-se sempre uma história diferente. Não adianta. A química do grupo é fundamental.
FOLHA - E o que a 'química' da homossexualidade traz para o jogo?
BONINHO - Isso não entra no jogo, mas, sim, na composição que a gente quer montar. Quem vou colocar no jogo para surpreender quem está dentro e quem está fora? Não colocamos ninguém no "BBB" para discutir homo ou heterofobia, minorias... Não escolhemos um personagem representando coisas. O fato de ser ou não homossexual não é para interagir no jogo. Não estou preocupado se o cara é gay ou não. Ele não vai entrar por ser gay, mas pelo que traz para a competição. Foi o que aconteceu com Jean [Wyllys, vencedor da quinta edição]. Ele não entrou por ser gay, entrou por ser inteligente. "Big Brother" não é cultura, não é um programa que propõe debates. É um jogo cruel, em que o público decide quem sai. Ele dá o poder de o cara que está em casa ir matando pessoas, cortando cabeças. Não é um jogo de quem ganha. Para o cara de casa, é um jogo de quem você elimina. Só no último programa é que é feita a pergunta: "Quem merece ganhar?".
FOLHA - O que marca esta edição?
BONINHO - É o "BBB" da porrada, do jogo. Não há um cara ali que esteja a passeio. Eles estão claramente jogando, disputando um prêmio de R$ 1,5 milhão. Isso é um pouco do que a gente tentou muito fazer. Nos dez programas, tínhamos a expectativa de ter um grupo que quisesse dar a cara a tapa para jogar. E essa galera toda dá. Não temos nem bons nem maus meninos, não há esses parâmetros no programa. Há o grupo que você ama ou odeia, mas não há um grande vilão ou um grande herói. No Twitter, torcem para todos. Toda vez que um deles é eliminado, uma das torcidas ameaça não assistir mais ao "BBB". Está claro que a gente tem uma torcida enorme para cada participante. Era isso [jogo o tempo todo] o que a gente queria fazer, e conseguimos. O "BBB" do Alemão [sétima edição] foi mocinho contra bandido. Era o Brasil contra o bandido. Quando, nas provas de resistência, a turminha do Alemão ganhava, era uma torcida só. Como na Copa do Mundo: Brasil contra todo mundo. Era um programa mais fácil de fazer. Se ele roubasse na prova, ninguém ia reclamar. Agora, temos milhões de fiscais.
FOLHA - Qual o papel da interatividade via Twitter nesse "BBB"?
BONINHO - Desde o terceiro "BBB", a gente passou a usar a internet como um meio de reconhecer o que o público olha, o que avalia do programa e mesmo como uma forma de a gente conseguir fazer a seleção. O "BBB" começa em agosto, com os participantes querendo entrar no programa. No de 2009, teve uma espécie de Orkut, mas eu não estou procurando agregar público com a internet. Ela é uma forma de falar do "BBB" em outros caminhos, é uma grande interatividade. O Twitter dá um poder para o cara de casa que ele sempre achou que tinha e, agora, está descobrindo que tem mesmo. A internet é para os tempos modernos o que eram, no passado, aquelas duas velhinhas que conversavam na janela sobre televisão. Os fatos que acontecem nesse tipo de programa precisam ter uma sobrevida, reverberar o tempo todo. O que faço é marketing do programa.
FOLHA - O que o programa tem de melhor e de pior?
BONINHO - Aqui não tem nem melhor nem pior. O que me incomoda é quando não conseguimos provocar esses caras e eles conseguem ficar "armados". Mas geralmente a gente consegue desmontá-los. O que a gente tem de lembrar é que o "Big Brother" é um jogo, vale uma grana. Você tem um melhor amigo na casa, mas ele é o seu maior inimigo. Ele está competindo com você. Só um dos dois vai ficar com o dinheiro. É muito cruel. A gente quer sempre provocar o pior neles, nunca o melhor. A gente não quer que todo mundo se abrace e diga que se ama. Isso, para mim, seria o pior. A tendência do jogo é fazer com que eles briguem, que lutem pelo dinheiro. Quando alguém é péssimo para o público, ele é maravilhoso para a gente. O "Big Brother", para a minha equipe de seleção, não é um jogo de experiência científica, é só um jogo. Não nos afeta, não nos chama a atenção a hora em que o cara fica acuado ou fica psicologicamente afetado por alguma coisa e pode virar um monstro. Não estamos preocupados com conceitos psicológico, mas, sim, com os relacionamentos e com a brincadeira que é proposta.
FOLHA - "Brothers" marcantes?
BONINHO - O que acontece é que eu vou deletando. Tem alguns de que eu gosto. O Dhomini [Ferreira, ganhador do terceiro programa] é um cara que jogou de forma muito bacana. A Sabrina [Sato, participante do "BBB3"] é uma figura ótima, que impulsionou. O Jean [Wyllys] foi muito inteligente quando descobriu que a casa inteira estava contra ele e usou essa bandeira até o final para ganhar. O Alemão, com o triângulo amoroso [formado com Fani Pacheco e Íris Stefanelli], foi superengraçado. A crise da Tina [Vanessa Cristina Soares Dias, do "BBB2"], a loucura dela batendo panela, foi genial. Só penso no sucesso do jogo. Tem alguns que me ligam, de quem sou amigo. Mas digo sempre: quando vejo um "big brother", atravesso a rua. Não é maldade. Mas é que não me apego. Eu os encaro como peças de um produto, de um jogo. Fico o tempo todo pensando em que provas posso fazer para incomodar alguém. Esse tipo de trabalho dá uma distância e eu acabo não torcendo para ninguém.
FOLHA - E como você cria essas provas?
BONINHO - Há dois tipos de provas. No primeiro, observo o grupo. Em conversas, eles acabam dando dicas do que pode incomodar. Pode ser uma besteira, como na semana passada, quando fiz a eleição do mais falso da casa. O segundo são as provas de resistência, que fazemos quando há uma certa tensão, uma divisão.
FOLHA - E a reta final do programa?
BONINHO - Até terça da semana que vem, teremos um paredão atrás do outro. A gente vinha trabalhando com paredões triplos, o que deixa a casa um pouco mais indecisa porque, quando se tem três pessoas para serem votadas, eles não conseguem avaliar o que foi determinante na escolha do público. Trouxemos do ano passado a experiência de não contar o percentual de votos para eles. Quando a gente falava, eles tinham uma referência do que as pessoas queriam aqui fora. Não contar funcionou à beça, eles ficaram perdidos. Eles não sabiam ainda, mas, desde sexta, a cada três dias sairia alguém. Essa eliminação é o mais cruel que existe, porque eles veem as pessoas indo e caem na real, podem ser os próximos. Acho que é o que vai pesar na reta final. Como esse é um time que discute, briga, fala as coisas na cara, a chance de pegar mais fogo ainda é enorme.
FOLHA - O que há reservado para o futuro do programa?
BONINHO - Temos quatro edições já fechadas e estamos negociando mais quatro. Mas isso só se confirmará em agosto.
FOLHA - E a 11ª edição?
BONINHO - Queremos dividir os participantes por regiões. Podemos ter pequenos "BBBs" em cada região e, depois, trazê-los para a casa nova. Seriam cinco casas com seis pessoas, de onde sairiam os finalistas. Entre o final de dezembro e o começo de janeiro, teríamos um micro-"Big Brother" para cada região.
FOLHA - O que tem a dizer sobre a suposta invasão do impostor do "Pânico na TV" (Rede TV!)?
BONINHO - Sou diretor do "BBB", de núcleo. A decisão de fazer alguma coisa foi da direção da TV Globo e do departamento jurídico. Eles estão partindo para um processo. Eu concordo com isso.
FOLHA - Tudo certo com Tessália?
BONINHO - Mais ou menos. Pode ser até que ela não venha à final com todos os outros. Há uma grande chance de ela não vir. É uma decisão nossa, não tem nada a ver com a direção.

domingo, 21 de março de 2010

Videos de Dicesar malhando Dourado.

FORA Dlag!
'A gente colhe aquilo que a gente planta' by Dlag



sábado, 20 de março de 2010

... e na VEJA desta semana: "Fuga: ...assiste-se à vida dos outros para não ter de viver a sua"

chapeu
As Big Sisters
Nada acontece na casa do Big Brother Brasil que duas blogueiras
fanáticas não observem nos mínimos detalhes – e depois debatam
na internet

 
É GUERRA
Lilian, ou Dona Lupa (à esq.), e Susan: segundo o diretor Boninho, "duas mulheres cegas em suas paixões" rivais por Dourado e pelos coloridos

Com o fim do Big Brother Brasil 10, na semana que vem, muitos espectadores sentirão alívio por se ver livres daquela gente exibicionista e barraqueira. Mas não Lilian Novaes, dona de casa de classe alta do Rio de Janeiro. "Sempre sinto um vazio terrível. Para recuperar as forças, meu remédio será fazer um cruzeiro pela Escandinávia", diz ela. Da mesma carência padece Susan Mello, gerente de banco da cidade fluminense de Niterói. "Meu marido me flagra pelos cantos choramingando: ai, que saudade dos meus brotherzinhos", afirma. Lilian e Susan travam uma batalha acirrada pelo título de blogueira amadora mais influente do Big Brother Brasil. Mulher de um executivo das Organizações Globo, Lilian incorpora na internet, desde 2003, uma certa "Dona Lupa". À frente do blog Tevescopio, com 40 000 acessos diários, ela torce desbragadamente para os participantes com quem simpatiza e monitora até os detalhes mais fátuos de suas rotinas (daí a menção à lente de aumento). O De Cara pra Lua, criado por Susan em 2004, a despeito de enveredar por tentativas de análise, oferece o mesmo tipo de coisa. Embora menos visitado (são 35 000 acessos por dia), faz barulho suficiente para tornar Susan outra figura prestigiada. Assim como se dá em relação à rival, seu site é acompanhado com atenção pela própria Globo. Na atual edição, Lilian é a ponta de lança da torcida do machão Marcelo Dourado. Susan, naturalmente, está no front oposto: toma as dores da ala colorida da casa. "São duas mulheres cegas em suas paixões", diz o diretor Boninho.

A dupla é a expressão extrema de um fenômeno que se faz notar com força na atual edição: a proliferação de brigadas de fãs que se engalfinham na internet e promovem mobilizações maciças nas votações. "O Big Brother tornou-se um negócio para profissionais", diz Susan. Profissionais não pagos, ressalve-se: ela e sua concorrente não ganham um tostão com o que fazem (Lilian, de fato, até põe dinheiro do bolso, pois mantém assistentes e uma parafernália tecnológica). As duas assistem a quase vinte horas diárias de transmissões em pay-per-view. Susan, de 48 anos, tira férias para se devotar à rotina dos participantes, e ainda gasta os fins de semana debatendo a ética deles no "jogo". Lilian, de idade não revelada ("Pode pôr aí que já passei há muito tempo dos 50 anos"), comanda vigílias nas madrugadas para fiscalizar as provas. "Como não trabalho, tenho o privilégio de acompanhar cada vírgula", diz. Nos três meses de duração do BBB, o dia a dia da família muda, pois "Dona Lupa" transforma a sala de estar de seu apartamento na Zona Sul carioca num bunker com computadores e televisores – todos plugados, de preferência, em Marcelo Dourado (que, na cegueira da paixão, ela considera ter "uma retórica fantástica e um corpão alucinante"). "Ai de meu marido e de minhas filhas se ousarem quebrar minha santa concentração", diz.

O voyeurismo explica por que milhões de espectadores continuam a se render ao Big Brother – mas por si só não justifica tais fixações exacerbadas. "Podemos enxergar nisso um desejo de ser o centro das atenções. Ou um mecanismo de fuga: assiste-se à vida dos outros para não ter de viver a sua", diz a psicóloga Lidia Weber. Essas hipóteses talvez sejam ainda insuficientes para dar conta desse universo – inclusive porque as fronteiras entre a vida das blogueiras e a de seus ídolos do BBB são borradas. Susan diz ter ficado amiga de ex-participantes como Sabrina Sato. "Ela não se esquece de mim nem nessa sua fase superstar", diz. Lilian não fica atrás. Travou amizade com parentes de big brothers. E, ao fim de cada edição, convida os preferidos para jantar com ela. Ela os vê com cumplicidade. "Montei um estúdio para acompanhar o programa em minha casa na serra. Mas não consigo ir – aqui me sinto mais perto deles", diz.

Susan e Lilian já foram recompensadas com visitas à casa do BBB. Hoje, não mais. "A briga entre elas virou uma coisa tão louca que vetei as duas", diz Boninho. Não é mesmo aconselhável convidá-las para um mesmo programa. Lilian acusa Susan de vira-casaca – ela foi contra o gay Jean numa edição anterior do BBB e agora, denuncia, estaria posando de anti-homofóbica. "Eu sou uma mulher verdadeira. Não preciso me esconder atrás de nome falso", diz Lilian (para, em seguida, sussurrar: "Você sabia que ela não se chama Susan coisa nenhuma? É Lu-zi-a"). Responde Susan: "Se cada uma cuidar do próprio quintal, o jogo fica mais bacana". Essa máxima faz pensar que, talvez, ela tenha lido o Cândido, de Voltaire... Não, Voltaire é que leu as Susans de seu tempo.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Cadu é o novo líder!

Boninho diz que Dicesar não ganhará carro e nem imunidade
Dicesar, que foi o último a desistir da prova do líder, não ganhará o carro e nem imunidade. Boninho escreveu em seu Twitter que “infelizmente tem que ser assim” e não poderá premiar o maquiador.
"Dicesar sem imunidade e carro, infelizmente tem que ser assim. Parabéns a Dourado,Dicesar e Cadu que resistiram até agora”, escreveu o diretor do reality.
Com a saída do maquiador, Cadu é o líder pela terceira vez na casa. Ele ganhou um carro zero Km, após mais de 13 horas de prova.

Após forte tempestade, Cadu recebe a notícia de que é o líder
Cadu permaneceu na cabine por cerca de dez minutos, após a saída de Dicesar, e enfrentou mais uma forte chuva na prova do líder, antes de saber que venceu a disputa.
O personal trainer, que estava sem comer desde às 16h30 da quinta (18) assim como os outros brothers, ficou por mais de 13 horas enfrentando chuva, frio e calor. Além da liderança, Cadu levou um carro de presente. Ele ocupa o cargo de líder pela terceira vez.
Ao chegar no puxadinho, Cadu correu para o chuveiro e comemorou com Lia e Dicesar. O maquiador, então, se prontificou a fazer um chá para o colega.

Dicesar desiste da prova; Cadu é o líder da semana
Após mais de 13 horas de prova, Dicesar acabou desistindo e deixou sua cabine nesta sexta-feira (19). Sendo assim, Cadu é o líder da semana, mas não soube disso imediatamente. Ele permenece na cabine.

Acompanhe todos os detalhes nos vídeos ao vivo da prova - Dourado é desclassificado

Dourado está fora da Prova do Líder
Gaúcho foi desclassificado por cochilar dentro do carro


Dourado escuta: está desclassificado
Após mais de 12 horas de resistência na Prova do Líder, o lutador Dourado foi desclassificado.
Por alguns segundos, ele cochilou dentro do veículo e está fora da disputa pelo cobiçado colar da liderança. Dourado então abandona o ambiente da equipe laranja.
O próximo líder do BBB 10 poderá ser Cadu, remanescente da equipe laranja, ou Dicesar, remanescente da equipe azul




Os sete participantes disputam a Prova Linea de resistência que vale a tão almejada liderança. Os grupos laranja (Dourado, Lia, Cadu, Fernanda) e azul (Sergio, Dicesar, Anamara) ficam separados em dois ambientes, eles têm que encarar um teste de tecnologia do Fiat Linea.



O público vai tornar a competição ainda mais acirrada, definindo, aqui pelo site, a intensidade de cada desafio que os brothers e o carro devem enfrentar.






O apresentador Pedro Bial explica as regras: "Não podem sentar no chão, não podem deitar, não podem fazer necessidades fisiológicas e não podem gritar. Vocês podem andar, ficar parados, se apoiar no carro, se encostar".



Além de conviverem com inimigos ocultos - os integrantes de cada grupo não saberão quem já saiu do outro grupo – os brothers ainda enfrentam outras dificuldades: o público pode alterar a temperatura, a intensidade de vento, da chuva e da luminosidade que os competidores ficarão expostos dentro dos ambientes.



A qualquer instante, porém, quando uma luz vermelha acender, os competidores podem ganhar uma colher de chá e as equipes podem aproveitar alguns instantes de conforto dentro do Linea.



Vence a prova e a liderança o último brother a sair do ambiente. O felizardo ainda ganha um Fiat Linea zero km, o carro mais completo e moderno da categoria. O sedan alinha um design elegante com muito conforto e tecnologia de ponta.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Antes do BBB, Dourado morava em favela e jantava pé-de-moleque

Trajetória do lutador desde que ele saiu do BBB 4 inclui períodos de depressão e detenção por porte de drogas.
Carolina Gitahy
do EGO, no Rio

Dourado e sua tatuagem 'Sem Fé'
Marcelo Dourado sempre conversou com os amigos sobre a hipotética possibilidade de uma segunda chance no BBB. Sem imaginar que isso se tornaria possível um dia, ele acreditava que voltar ao programa seria uma oportunidade única de se redimir da imagem de "bad boy" e mostrar seu lado mais tolerante (ou não, já que o participante é acusado de ser homofóbico...).
A segunda chance acabou chegando no momento mais difícil de sua vida. Desde que saiu da quarta edição do programa, a vida de Dourado passou por momentos conturbados. O auge foi no ano passado, quando depois de voltar sem dinheiro de uma temporada na Nova Zelândia, passou a morar em uma casa bem simples na favela do Terreirão, no Recreio, na Zona Oeste do Rio.
"Dourado diz que não tem fé, mas essa segunda chance dele no BBB teve a mão de Deus. Ele está renascendo das cinzas. Passava por muita dificuldade antes de entrar no BBB. Morava em um quartinho fedorento e mal tinha dinheiro para comer. Almoçava 'podrão' em um trailler e jantava pé-de-moleque", contou o amigo Keké Viana.

Assim que saiu do BBB 4, Dourado cumpriu a rotina de toda celebridade instantânea. Por mais de um ano, viveu de “presença vip” em festas e eventos. A luta acabou ficando de lado porque, com as viagens, faltava tempo para treinar.
Quando os convites começaram a ficar escassos, ele resolveu apostar em campeonatos de vale-tudo. Passou a treinar pesado e a participar de competições no interior do Brasil. A fama ajudava a atrair público "O problema", contou o amigo Theodoro, “é que as pessoas iam para as lutas para vê-lo apanhar”.
“Além da imagem de ex-BBB, ele lutava contra pessoas da cidade. Era sempre vaiado. Isso acabou mexendo com psicológico dele e Dourado foi ficando deprimido. As pessoas gritavam durante as lutas ‘âo, ão, ão, Dourado vai para o paredão’, contou a empresária Aline Antonoff.

Em crise, Dourado começou a perder várias lutas e estava cada vez mais desanimado. Em dezembro de 2005, o lutador foi detido em uma festa de música eletrônica, junto com mais 30 pessoas, por posse de drogas. Segundo o relato de Aline, ele teria sido flagrado com um cigarro de maconha e levado à delegacia para prestar esclarecimento. Dourado foi encaminhado ao juizado e pagou sua pena participando de palestras de um grupo de ajuda para usuários de drogas.
Outro amigo, Leonardo Brittes, contou que o lutador ia para raves quase toda semana. “Ele adorava a música, o clima. Bebia cerveja, ice, pode até ser que tomasse um comprimido de ectasy, mas Dourado não era drogrado”.

Um homem sem fé
Foi nessa época conturbada que o brother fez a polêmica tatuagem, “Sem Fé”. No programa, ele justificou a mensagem no braço. “Não é só em relação a Deus. É uma falta de fé geral, não só minha, mas dos outros em relação a mim. O que tenho escrito no braço é uma marca do que passei”, contou dentro do 'BBB'.

Desestimulado com as lutas, Dourado começou a se dar conta de que precisa voltar à rotina normal e procurar um trabalho para se manter. “Ele teve que voltar ao mundo real, arrumar trabalho. Ele sempre foi determinado e levou isso bem. Conseguiu se estabilizar e dar aula em cinco academias”, contou a empresária. Mas o lutador não estava feliz.

Durante esse tempo em que foi acumulando frustrações, Dourado juntou dinheiro para realizar um sonho antigo: morar na Nova Zelândia. No início de 2008, ele vendeu tudo – uma moto e um fusquinha – para comprar a passagem.
“Ele chegou lá quase sem dinheiro e passou muito perrengue. Raramente comia mais do que um sanduíche. Trabalhou como segurança e separando fruta podre em uma plantação. Juntou dinheiro para comprar a passagem de volta e voltou sem nada, no início de 2009. Essa fase difícil fez com que ele amadurecesse muito”, contou Aline.

Dourado se muda para favela
Mas foi no ano que antecedeu o BBB 10, que Dourado passou pela fase mais cinzenta da sua vida. Sem dinheiro para nada, foi morar na casa de amigos até conseguir o primeiro emprego em uma academia para terceira idade na Gávea, que fechou. Depois disso, deu aulas em outra academia no Recreio, que também faliu.
"Ele começou a achar que levava azar para os lugares que frequentava", contou Silvia Barcelos, gerente de uma das academias que Dourado trabalhava antes de entrar no BBB.
Marcelo Nigue, outro amigo de Dourado, contou que ele passava por um período de depressão. “Ele estava muito deprimido, sem vontade de fazer nada. Trabalhava para sobreviver. O dinheiro mal dava para pagar o aluguel".
Pouco antes de entrar no BBB, Dourado havia conseguido o mínimo de estabiliade para pagar o aluguel de uma casa na comunidade doTerreirão, que o EGO foi visitar. O apartamento, localizado em uma rua de terra, tem apenas um ambiente e uma cozinha pequena com um fogareiro e um frigobar. Em uma televisão velha, doada por amigos, Dourado passava o tempo jogando videogame.

“O maior medo de Dourado é a rejeição. As dificuldade que ele enfrentou fez com que ele ficasse mais tolerante e consciente das diferenças. Ele passou a reconheceu seu jeito 'gaúcho' ríspido e a tentar prestar mais atenção na forma de falar com as pessoas. Por isso, no BBB, ele está sempre voltando atrás e pedindo desculpas. Ele não quer perder essa segunda chance”, concluiu Aline

Michel é Mais Você (tsc)

Michel alfineta ex e elogia ensaio sensual de Tessália
Após ser eliminado do “BBB10″, Michel viu a capa da “Playboy” de Tessália e fotos dela em um ensaio sensual. “Nossa, como ela é linda”, disse em entrevista ao jornal carioca “Extra”. Para ele, os dois estão namorando. “Da minha parte tudo o que a gente viveu lá dentro era verdadeiro. E eu via nos olhos dela isso também”, afirmou.Já sobre a ex, Karen Pila, o assunto foi “mais pesado”. Ao saber que ela fez campanha no Twitter para tirá-lo do programa, Michel alfinetou: “se ela faz isso como objetivo da vida dela, sinto muito. Eu busco coisas maiores para minha vida”.
BBB 10: Michel dispara críticas aos colegas de confinamento
A TARDE On Line


O publicitário Michel deixou de lado sua fama de bom moço e disparou críticas contra os confinados após ser eliminado do Big Brother Brasil 10 (BBB 10) nessa terça-feira, 16. O rapaz falou de quase todos os integrantes confinados, exceto dos seus colegas mais próximos – Sérgio e Dicésar –, e repudiou até a ex-namorada, Karen Pila.
"Eu estou feliz de não estar mais com ela, porque ela tiraria de mim mais de R$ 1,5 milhão. Ela é página virada na minha vida. Agora, mais ainda. Quando falávamos de casamento, ela dizia que tinha de ficar em casa enquanto eu trabalhasse e que eu teria que buscar nossos filhos na escola. Vejo que estaria ferrado se casasse”, disse.
Michel foi o décimo eliminado e saiu no primeiro paredão duplo do reality show. Ele mantinha um relacionamento de dois anos e jurou fidelidade antes de entrar na casa. No entanto, bastou ser confinado para descumprir a promessa e engatar um romance com a curitibana Tessália, por quem se declarou apaixonado.
Karen, então, foi à televisão falar sobre a traição em rede nacional. Ganhou simpatizantes e até tirou a roupa para um ensaio sensual. Ficou conhecida em todo o Brasil como a noiva enganada e aproveitou a fama passageira para se vingar: pediu que todos os seus seguidores no Twitter eliminassem o ex nesta semana.
Já fora do BBB, Michel soube do ensaio para o site paparazzo e da campanha que sua ex-namorada teria feito na internet para tirar ele da casa no décimo paredão. Michel se mostrou irritado com a atitude de Karen e durante a entrevista após a sua eliminação e disse estar satisfeito por não manter mais nenhum relacionamento com ela.

Confinados – Michel alfinetou o lutador Marcelo Dourado, a dançarina Lia (Eliane), a dentista Fernanda e o personal trainer Cadu, apesar de ressaltar que gosta de todos. Sobre Fernanda, ele acredita que a dentista está “perdida” e falou da proximidade que mantiveram nos últimos dias. “Eu sentia que a Fernanda estava se aproximando demais de mim e do Cadu após ter recebido a carta da família, mas ela ficou deslocada dentro da casa. A próxima que eles vão queimar é a Fernanda. Ela está se sentindo mal com a história do 'caps lock'", opinou.
Estrategista foi o termo usado para definir Cadu, que, na frente das câmeras mostra ser mais o calmo e imparcial do reality show. “Eu acho que ele é um cara bacana sim, mas às vezes ele passa do ponto. Eu acho que é uma estratégia sim. Não acho que ele seja um manipulador". O publicitário acredita que o comportamento de Cadu pode lhe garantir o grande prêmio do programa.
Sobre Dourado, de quem ficou mais próximo na reta final da sua participação no programa, Michel disse que, além de se lamentar muito sobre as dificuldades da vida como tentativa de comover o público, o lutador é o maior jogador desta edição. “Dourado força a barra. Ele fala mal da Anamara e depois chega carinhoso com ela. O Dourado não é assim, ele é grosso”, acrescentou.
Lia, única pessoa com quem brigou por ter indicado Tessália ao paredão, também foi avaliada por Michel, que a considera “uma atriz e falsa”. “Eu espero que o público tenha percebido isso, apesar que os dois paredões que eu a coloquei ela voltou”, disse, ao lembrar que ele e Tessália perceberam quem era a dançarina logo no início do programa. “A Lia foi rápida no jogo e tem pavor ao paredão. É o jogo dela”, afirmou.
Apesar da briga com a dançarina, o décimo eliminado disse que se relacionou bem com todos os confinados e que não guarda mágoa de nenhum participante. “Sempre tive a ideia de fazermos tudo o que estamos a fim de fazer. Eu gostava de todo mundo e acho que não tinha adversários. Apesar do que aconteceu, gostava muito da Lia, mas ela é jogadora e gosta de dar palestra. Não acho que errei, se um candidato à presidência não é eleito, isso não quer dizer que ele seja ruim”, comparou Michel.


Karen Pila responde: 'Graças a Deus, eu não casei com ele. Essa frase é minha'.
o EGO, no Rio
Traída em rede nacional, Karen Pila desabafou depois da eliminação do publicitário no programa.
"Ainda bem que esse pesadelo acabou. Hoje começa uma nova fase na minha vida", falou ao EGO depois de participar do programa Mais Você.
Karen Pila contou que ficou surpresa com a reação do Michel, que a atacou na primeira entrevista depois do programa.
"Não esperava que ele agisse dessa forma. Além de tudo que ele fez ainda veio me atacar. Mas não vou ficar retrucando cada coisa que ele disser. Ele está partindo para a baixaria e já sei que vem chumbo grosso por aí. Essa história de eu queria virar dondoca foi a maior asneira que eu já ouvi", afirmou. Sobre a declaração de que se sentia aliviado por não ter se casado ela, ela se limitou a dizer: "Ainda bem que eu não casei com ele. Essa frase é minha".
Resumo do Bate Bola SOBRE BBB no "Mais Você"
Karen Pila, ex-namorada de Michel, conversou ao vivo, por telefone, com Ana Maria Braga, no “Mais Você”, e rebateu as acusações de que tenha atacado o ex-BBB, eliminado na última terça-feira (16). “Eu não ataquei ninguém, só contei a história verdadeira. Não sei o que falaram para ele, mas ele disse coisas absurdas, disse que não vai me procurar e, finalmente, agora, eu posso respirar aliviada, porque todo esse pesadelo acabou. Porque eu participei de todo o processo com ele, acompanhei tudo e em nenhum momento ele me mencionou”, disse.
Neste momento, Diego Alemão, que estava no programa, criticou as atitudes de Karen. “Ele não falou o nome dela para preservá-la e eu não sei dizer porque ela se expôs da forma que foi aqui fora”, afirmou.
Ana Maria Braga defendeu a moça: “o Michel que a expôs, porque é muito difícil ser traído. Ela apareceu no vídeo de inscrição dele”.
Sobre o suposto desgaste da relação, Karen disse que sabia disso, mas que eles haviam decidido continuar juntos. “A gente sempre conversou abertamente sobre tudo, inclusive sobre ele ficar com alguém lá dentro e ele dizia para mim que era impossível”, contou.
Quando questionada sobre se ainda gosta de Michel, ela respondeu: “é muito difícil apagar uma história longa em um mês, eu amava muito o Michel, mas eu estou lutando para esquecê-lo”.

Deborah Secco criticou a postura de Cadu no jogo e disse que ele está sendo falso no reality. “Gente, homem perfeito não existe. Ele foi preparado para o programa. Talvez até goste dele quando ele sair e eu descobrir os defeitos dele, porque ninguém é tão linear”, disse.
“O Cadu é linear porque ele é assim mesmo”, defendeu a ex-BBB Fani, que também participava do programa, ao lado de Preta Gil, Priscila Pires e Vinícius Valverde.
“E cadê essa Mônica [suposta namorada do carioca] que ninguém conhece?”, alfinetou Deborah, reafirmando que ele está jogando e fingindo ser quem não é.

Os comentáristas do “BBB10″ no “Mais Você” parecem não acreditar na atração entre Serginho e Fernanda. Preta Gil, por exemplo, não acredita que o estudante, que é homossexual assumido, esteja interessada na dentista. “Ele a paquera porque não tem o que fazer e ela fica dizendo que ele está gostando dela, não dá né?”.
“Eles estão fazendo isso para aparecer porque sabem que essa é uma maneira de ganhar edição no programa”, completou Deborah Secco.

Preta Gil, que esteve na casa do “BBB10″ para se apresentar em uma festa, falou sobre suas impressões dos jogadores do programa. A cantora disse que sentiu que Dicesar está carente. “Fiquei sensibilizada com o Dimmy. Como ele está carente! Está precisando de atenção e as pessoas colocam ele de lado”, disse.
Deborah Secco, concordou: “ninguém troca energia com ele. Estou com muita pena”, afirmou.
Preta também falou sobre os outros participantes e disse o que achou:
Serginho: “é um cara que eu gosto. Depois que fui na casa, tentei entendêlo e o achei muito fake, muito montado”.
Dourado: “me surpreendi com ele. Ele foi um amor comigo, pensei que ele ia virar a cara para mim, mas não. Ele tem aquele jeito bruto, é um cara de personalidade, teve uma educação machista, mas ele tem um astral bom”.
Michel: “fiquei encantada com ele, só acho que ele escorregou na história com a Tessália”.
Maroca: “não preciso nem falar que eu gosto dela. Sou louca por ela, somos baianas”.

terça-feira, 16 de março de 2010

Fora Marrrrrrrrrrroca


Serginho e Anamara ganham sorteio e vão à Angra dos Reis

Logo cedo, os participantes foram acordados para o sorteio de um passeio a Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira (16). Serginho e Anamara foram os felizardos e tiveram de se arrumar rapidamente para deixar a casa. Eles vão passear de helicóptero e lancha e foram orientados a levar boné, roupa de banho e casaco.


Lia sobre Fernanda: “Hoje, ela é a pessoa mais falsa da casa”

Desde sexta-feira (12) Lia está enigmática com relação à opinião que tem sobre uma pessoa na casa. Ela chegou a comentar com Dourado, sem revelar nomes. No fim de semana não se aguentou e alertou Cadu sobre Fernanda, quem está considerando falsa. A brincadeira desta segunda-feira (15) a impulsionou a dividir seu posicionamento com o lutador e com Maroca.
“Eu prometi para Cadu que não ia mais falar nisso, mas vou contar para vocês”, começou a moça. “Quando a Lena insinuou que Fernanda e Cadu tinham algo diferente ela disse que, mesmo que não tivesse ninguém, jamais ficaria com ele. Foi só receber uma carta das amigas e agora fica dando em cima dele!”, se explicou Lia.
A dançarina assumiu que sente ciúme dos dois, mas que o que a mais deixa incomodada é o fato de ela estar usando alguém de quem ela gosta: “Cadu disse que também percebeu que ela mudou de comportamento, mas que não vai mudar com ela por causa disso. É o jeito dele”, contou. Lia diz que por isso não é mais a mesma com Fernanda e que votou nela nesta segunda-feira como as mais falsa da casa.
Maroca ouviu a sister, mas não concordou com ela. “Mas eu respeito sua opinião”. Já Dourado acredita que a análise de Lia faz sentido. “Eu poderia ter dado votos óbvios, como Michel ou Dicesar. Mas preferi afundar meus dois pés na lama da sinceridade”, disse a dramática Lia. “Mais uma vez você falou mais do que devia”, corrigiu o lutador.

sábado, 13 de março de 2010

Adeus a Glauco Villas Boas

Peron presta homenagem de despedida com o personagem Pacheco, camisa 12
Foto: Peron/vc repórter

Reduzir Normal Aumentar Imprimir Contemporâneo do cartunista Glauco Villas Boas, com quem tinha contato na década de 70, o cartunista Peron classificou a morte do artista e seu filho como "um absurdo". "É uma tragédia, lamentável", diz.
Em homenagem ao colega, Peron coloca a personagem Pacheco, camisa 12, símbolo do torcedor da seleção brasileira, com uma mensagem de despedida. O cartunista de Sorocaba possui desde 1980 um estúdio de projetos de cartoon e criou Pacheco para uma campanha de lâminas de barbear.
Glauco e seu filho, Raoni Villas Boas, 25 anos, foram mortos na madrugada de sexta-feira (12), com quatro tiros cada, na residência da família, em Osasco (SP). Os dois chegaram a ser levados para o Hospital Albert Sabin, mas não resistiram aos ferimentos.
Ele começou sua trajetória como cartunista nos anos 70, no Diário da Manhã, de Ribeirão Preto (SP). Ele publicou suas tira também na Folha de S.Paulo e na revista Chiclete com Banana. O cartunista é famoso por ter criado personagens como Geraldão, Casal Neuras, Doy Jorge, Dona Marta e Zé do Apocalipse.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Susana Vieira diz que vota bastante para Dourado sair

Fã do programa, Susana Vieira disse que sempre vota bastante para tirar Dourado do reality global, informou a coluna de Patrícia Kogut, no jornal “O Globo”.
“Na hora de votar, eu agarro o celular e saio votando para que ele saia. No último paredão, votei 86 vezes. Estou pasma com os absurdos que ele diz, com a sua homofobia, o seu atrevimento. Como deixam que ele fale tantas barbaridades? Acho uma loucura, um estímulo à agressividade”, afirmou